Alunos de faculdade são fase de transição: não são um bando de adolescentes do Ensino Fundamental e nem adultos maduros e responsáveis. São um bando de safados que vão às festas da faculdade, bebem todas e chegam em casa dizendo: "Preciso dormir, tenho prova amanhã". Velhos, da carteira de indentidade antiga e brincando de adolescentes... E quando não prestam atenção na aula? Dá nisso:
Sabe aquela aula chaaata?
"... Na venda da esquina
Tem bala de nata
Só você me anima
na aula da Renata..."
(Não foi um garoto de 15 anos que fez isso.)
E quando se trata de um aluno preparado espiritualmente na religião?
"... Molhes a mão
Na água do mar
Fiz macumba
Para você me amar..."
(Antes de fazer amor, lave a mão suja de sal.)
E quando há falta de criatividade?
"... No oriente distante
Tem Bagdá e Omã
Vamos ficar juntinhos
Debaixo do pé de romã??..."
(Uai, perdeu o dicionário?)
Mas há também consciência...
"...O Oceano Atlântico
É um lago profundo
Só o amor
Muda o mundo..."
(Opa! Vem mudar o mundo então, meu bem! \o/)
E a putaria que nunca falta:
"...O homem do campo
Na terra usa arado
Não posso te ver
Que fico todo tarado..."
(Vai tirar a terra do corpo, tarado, vem todo sujo não.)
Pois é. São criações de alunos que cursam Ciências do Estado, na UFMG. Sabe com quem eu consegui isso? Com um professor... (ele é um dos alunos, que má influência... ¬¬)
Até os próximos versos...
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