sábado, 14 de agosto de 2010

Um pouco de conhecimento científico. 4

Estudos descobriram que fumar faz com que os níveis de stress aumentem no longo prazo.


Para os dependentes, o único stress que ele alivia é a abstinência entre cigarros.


Num recente estudo, conduzido na London School of Medicine and Dentistry, pesquisadores acompanharam 469 pessoas que tentaram parar de fumar após serem hospitalizadas por problemas cardíacos.


No início, os participantes tinham níveis parecidos de stress e, no geral, acreditavam que fumar os ajudava a lidar com isso.


Um ano depois, 41% tinham conseguido manter a abstinência.


Após controlar diversos fatores, os cientistas descobriram que os abstêmios apresentavam "uma queda significativamente maior no stress percebido", de quase 20%, em comparação aos fumantes, que apresentaram pequenas mudanças.


A hipótese dos cientistas era de que os fumantes lidavam com os desconfortáveis desejos entre um cigarro e outro várias vezes ao dia, enquanto os abstêmios, depois de sofrerem com a abstinência inicial, gozavam de maior liberdade em relação aos desejos por nicotina - e haviam, consequentemente, eliminado uma frequente e importante fonte de stress.


Outros estudos também descobriram que os fumantes enfrentam níveis elevados de stress e tensão entre cigarros, e níveis mais baixos após deixarem de fumar.


Assim, o efeito tranquilizador do cigarro é um mito, ao menos no longo prazo.


Fonte: Yahoo

Um pouco de conhecimento científico. 3

Um grupo de pesquisadores da London School of Hygiene and Tropical Medicine encontrou uma relação entre a temperatura do ambiente e o risco de ataque do coração. Eles descobriram que uma queda brusca na temperatura aumenta as chances de uma pessoa ter um infarto. Segundo eles, a relação é tão estreita que a cada grau a menos em um único dia, há um aumento de 200 casos de infarto no Reino Unido.

De acordo com o estudo, isso talvez aconteça porque em dias frios a distribuição de elementos sanguíneos mais densos, como as plaquetas, fica desigual. Isso pode causar uma reação de agregação e consequente inflamação dos vasos sanguíneos. Por isso, medicamentos à base de ácido acetilsalicílico, que diminuem a densidade do sangue, podem proteger o individuo desse efeito de agregação.

Os autores do estudo dizem que mesmo que ainda não esteja certo por que a queda na temperatura aumenta os riscos de infarto, as clínicas que atendem pacientes com complicações cardíacas devem colocar as alterações climáticas entre as possíveis causas de infarto, especialmente quando se tratam de pessoas com mais de 75 anos.

Fonte: Yahoo